Fazendo isso antes de adquirir, evita futuros problemas”, acrescenta Baruk. Comprar imóvel não parece lancamento green park uma ideia tão distante assim, ainda mais quando se tem diversas formas de conquistar a tão sonhada casa própria. Mas, para isso, os seguintes requisitos precisam ser cumpridos, segundo informações retiradas no FGTS na Moradia Própria, um portal do governo destinado a dúvidas sobre esse tipo de saque. Claro, é preciso levar em consideração que essa indicação não se encaixa com a realidade de milhares de brasileiros, o que não significa que a realização desse sonho seja impossível, pelo contrário. Com isso, os investidores seguiram atuantes, bem como o setor da construção civil. Segundo o relatório da FipeZap, a intenção de compra de um imóvel dos brasileiros, no segundo semestre de 2020 foi de quase 50% dos pesquisados.
- Por outro lado, mesmo com este valor em mãos, pode-se morar de aluguel e investir o dinheiro em aplicações, desde que a taxa de retorno seja atraente.
- Agora que você já conhece as principais vantagens e desvantagens de morar de aluguel ou financiar, é hora de olhar para os impactos financeiros de cada uma das opções.
- Parte dos clientes que a startup recebe são os chamados híbridos, aqueles que moram em outros estados e colocam seu imóvel no Rio para alugar durante dez meses do ano e, nos outros dois, utilizam-no para passar férias com a família.
- Como você conferiu neste artigo, quando uma pessoa decide comprar um imóvel para morar ou investir, ela deve dar atenção às necessidades do seu objetivo.
- É preciso analisar sua situação financeira e necessidades para fazer a escolha desejada.
De acordo com Frankel, quem pretende investir deve optar por imóveis menores e próximos a regiões com grande fluxo de pessoas. Nada como uma especialista no assunto para te ajudar a fazer um bom negócio. Os profissionais do mercado imobiliário são ótimos contatos quando se trata de encontrar o imóvel dos seus sonhos, aconselhar sobre os trâmites burocráticos e transações financeiras. Meu Bolso em Dia é uma iniciativa da FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos, para contribuir com a educação financeira dos brasileiros.
Embora um imóvel possa servir ambas as finalidades, entender as nuances entre um investimento imobiliário e um lar ideal é essencial para tomar uma decisão informada. Em ambos os casos, a busca por regiões com maior potencial de crescimento é sempre a melhor escolha. A localização pode influenciar outros fatores, como a qualidade de vida, segurança e acessibilidade. Por exemplo, se você possui R$500 mil para comprar um apartamento, e um imóvel similar tem o aluguel de R$2 mil mensais, é necessária uma aplicação financeira que renda 0,4% ao mês para se ter esse valor. Ou seja, você pode aplicar os R$500 mil em um investimento com taxa de retorno acima de 0,4% ao mês.
Por outro lado, alugar pode aliviar a pressão financeira e proporcionar mais liberdade. Além disso, a manutenção estrutural do imóvel é responsabilidade do proprietário, o que reduz custos para o inquilino. Porém, no longo prazo, o aluguel pode não ser um investimento financeiro. Se você valoriza flexibilidade e não tem certeza sobre permanecer em um local por mais de 3 a 5 anos, alugar pode ser a melhor opção. Por outro lado, se a estabilidade e o senso de propriedade são importantes para você, comprar um imóvel pode trazer mais tranquilidade. Assim, caso o investidor precise do dinheiro que aplicou, o investidor pode vender apenas parte das cotas, e não precisará vender o imóvel inteiro para utilizar uma parte do capital, como ocorre no contexto de investimentos em imóveis.
Sacadas ou varandas: a crescente valorização nos empreendimentos
Para quem quer investir, é encarado como um ativo financeiro para gerar rentabilidade. São objetivos diferentes que levam os clientes a estabelecer critérios distintos no momento de fechar negócio com as construtoras. “Entre uma casa linda, muito bem conservada e outra igualzinha, mas em péssimo estado de conservação, precisando de manutenção, aquela que precisa de manutenção vai ter um preço muito mais atraente”, afirma. “Se você está comprando para fazer dinheiro e registrar ganho de capital, esta que é a oportunidade, e não a casa que já está com o valor de mercado praticamente alinhado”, continua o especialista.
Gerente do Departamento de Locação e corretora de imóveis da Imobiliária Tropical.Imobiliária de Blumenau atuante no mercado imobiliário desde 1977 com experiência em compra, venda e locação de imóveis residenciais, comerciais e industriais. Prestamos toda assessoria necessária para que sua negociação seja transparente e segura. Outra vantagem de morar de aluguel, é que reformas estruturais, geralmente as que são mais custosas, ficam por conta do proprietário do imóvel.
O que avaliar ao escolher um imóvel para investir?
“A pessoa tem que olhar para onde a cidade está avançando e comprar com base nisso”, afirma Calado. Isso porque quem adquire um imóvel com objetivo de investimento costuma analisar a compra do bem de forma diferente. “Os critérios de análise mudam quando se quer morar ou investir”, afirma o diretor-presidente da Vitacon Incorporadora, Alexandre Lafer Frankel. “Para quem compra pensando em morar, o imóvel é uma necessidade, enquanto, para quem quer investir, ele é apenas um ativo financeiro que pode proporcionar rentabilidade”, diz o executivo. No entanto, em ambos os casos – ter uma casa própria e investir em imóveis para fins de aluguel –, é importante questionar se essa é realmente a melhor escolha financeira.
O que levar em conta na hora de morar de aluguel ou comprar um imóvel?
Pois bem, depois de anos não muito positivos no mercado imobiliário, de 2014 até 2018, o ano de 2019 já mostrou uma retomada nas mediações de imóveis. Um dos primeiros pontos que se deve observar na hora de comprar um imóvel é decidir qual é a melhor localização para você, seja como morador ou como investidor. Muitas vezes, por circunstâncias externas, como crises econômicas ou falta de segurança, a casa ou o apartamento desvaloriza e, caso haja a ideia de vender o imóvel, provavelmente o preço será menor do que o de compra. Segurança no entorno do empreendimento, qualidade das áreas comuns e facilidade de financiamento são fatores decisivos para quem busca imóvel para moradia, na opinião de Deisy Dias, gestora Comercial da MRV no Rio. Para ela, esse grupo se preocupa em adequar a compra do imóvel ao orçamento familiar. Para quem compra com a intenção de morar, o imóvel é uma necessidade.
Além de ficar de olho nos itens citados anteriormente, existem alguns outros pontos que são fundamentais para escolher entre o aluguel e a compra da casa. Alain Deveza, gerente geral da Vivaz e da Living, compartilha a mesma opinião, afirmando que, no geral, os dois tipos de clientes têm expectativas parecidas. — Resumidamente, eles buscam boa localização e projetos bem estruturados, afinados com seus objetivos de vida — pontua. A Lobie atua na gestão de novos condomínios no Centro, como o Casa Mauá, e auxilia nas vendas de unidades de lançamentos na região, que tem atraído investidores. Parte dos clientes que a startup recebe são os chamados híbridos, aqueles que moram em outros estados e colocam seu imóvel no Rio para alugar durante dez meses do ano e, nos outros dois, utilizam-no para passar férias com a família. Segundo ele, esses imóveis estão sendo muito procurados atualmente, por conta da falta de opções na rede hoteleira e também devido a uma mudança cultural dos brasileiros.
Veja um exemplo que considerou o financiamento de um imóvel no valor de R$450 mil, feito em dez anos e com R$70 mil dados como entrada. Ele possui valorização anual de 3%, taxa de juros de 14% e custos adicionais de R$2 mil. O financiamento foi comparado com a opção de um aluguel no valor de R$2.300 e reajuste de 6% do IGPM.
“Quanto mais benfeitorias você vier a fazer no imóvel (reformas e melhorias), maior o ganho de capital”, afirma Calado. — A escolha do imóvel deve estar alinhada ao estilo de vida da família, pois impacta diretamente o conforto e a qualidade de vida. Outro ponto importante é o potencial de valorização no longo prazo, pois a aquisição representa não só uma solução habitacional, mas também o patrimônio. Para investidores, a solidez do empreendimento, o perfil dos futuros inquilinos, o valor potencial do aluguel e os custos de manutenção são fundamentais para garantir uma boa rentabilidade — pontua. Além disso, investindo em outros locais, você pode conseguir o dinheiro para comprar um imóvel à vista, sem pagar taxas de juros.
Se você tem uma situação financeira equilibrada e estável, pode optar por morar. Porém, se busca um retorno financeiro, considere a rentabilidade do mercado de aluguéis na região. Neste caso, vale fazer uma avaliação, pensando em quanto você ganharia se investisse o valor que pagaria a mais com os juros em uma outra opção de renda. Pode ser que valha mais a pena investir este valor do que comprar um imóvel nestas condições. Segundo ele, quem compra um imóvel com o objetivo de investir também deve aceitar um pouco mais de risco.
Monte uma tabela comparando os custos, infraestrutura, oportunidades e riscos de cada local. Cidades do interior oferecem imóveis maiores por valores mais baixos — excelente para quem busca custo-benefício. Imóveis próximos a centros logísticos, polos industriais ou turísticos tendem a valorizar mais. O mesmo vale para regiões com novos empreendimentos comerciais, universidades ou estações de transporte público.